"Os poderosos podem matar uma, duas ou três rosas, mas jamais conseguirão deter a primavera inteira".
(Che Guevara)
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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Mesmo polêmica, Maconha continua a ganhar força no âmbito científico


Apesar de ser amplamente utilizada em muitos países como remédio para diversas doenças, devido a seus diferentes efeitos, a maconha continua sendo considerada uma substância polêmica.

Uma equipe de cientistas israelenses, liderada por Ruth Gally, conseguiu neutralizar o THC (tetrahidrocanabinol), substância responsável pelos efeitos psicoativos da maconha que alteram temporariamente a percepção e o comportamento do usuário.

O ministério da saúde de Israel já autorizou uma empresa local a cultivar diversas variedades da planta em estufas, na Galileia, no sul do país. A empresa que vai desenvolver uma nova maconha com menos THC e mais canabidiol. Por enquanto 8 mil pacientes são atendidos em Israel com a erva medicinal, e a pretensão é que esse número dobre até o ano que vem.

Em uma casa de repouso de Israel, o novo tipo de maconha já está sendo usado com a autorização dos parentes dos idosos. Eles recebem doses diárias que são colocadas na comida ou no vaporizador.

 "Agora, os pacientes comem melhor e muitos voltaram a se movimentar", conta a enfermeira-chefe do local.
Foi o caso de Moshe Rott. Ele tem 90 anos e sofre de artrose. Há um ano passou a usar o canabidiol e, hoje é o único que fuma todas as manhãs. O homem que não levantava da cama passou a andar de cadeira de rodas, voltou a pintar e consegue usar o computador.

"Não conseguia mexer as minhas mãos", diz Rott. "A cânabis me devolveu a vida."

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Atual líder do Queen virou fã de Freddie Mercury fumando maconha

O ex American Idol Adam Lambert afirmou em entrevista ao jornal Huffington Post , que conheceu as músicas de Freddie Mercury enquanto fumava maconha.

Eu não conhecia muito sobre eles. Meu pai tinha os CD's, então eu ouvia algumas coisas", disse o músico sobre a discografia do Queen. Entretanto, a situação se alterou pouco tempo depois, com Lambert se tornando "fascinado" pelo trabalho da banda e de seu vocalista. "Sua energia, seu poder, eu pensei 'eu quero cantar deste jeito'".

Esta afinidade ocorreu, segundo ele, enquanto estava "fumando maconha, desenhando e ouvindo rock dos anos 70". Toda a experiência lhe serviu de base para ser membro da atual turnê que o Queen promove pelo Reino Unido, e o atual líder do quarteto garante que dividir o palco com Brian May e Roger Taylor não lhe deixa fora de si.

"Eu não me sinto intimidado. Brian e eu temos uma adorável interação, ele é um cara legal".


segunda-feira, 9 de julho de 2012

Em segredo, Israel mantém plantio de maconha medicinal na Galileia


Região citada na Bíblia por diversas vezes, as colinas da Galileia, em Israel, passaram a abrigar secretamente uma plantação de maconha voltada para fins medicinais.

Cercado por muros altos, câmeras de segurança e até um guarda armado, que protege o local de criminosos, o local camufla a plantação (que pode ser detectada apenas pelo cheiro, já que o aroma das plantas predomina na região).

O viveiro é mantido pela empresa Tikkun Olam, que tem parceria com cientistas da Universidade Hebraica de Jerusalém, e é responsável pelo desenvolvimento de um tipo de maconha medicinal que neutraliza a substância THC, gerando efeitos cognitivos e psicológicos conhecidos como "barato".

A cannabis tem mais de 60 componentes chamados canabinóides. O THC é talvez o mais conhecido das pessoas, menos para os seus benefícios médicos e muito mais para suas propriedades psicoativas.

Mas a planta também contém o canabidiol, ou CBD, uma substância que alguns pesquisadores dizem que tem benefícios anti-inflamatórios que podem ser aplicados no tratamento de doenças como artrite reumatoide, colite, inflamação do fígado, doenças cardíacas e diabetes.

A maconha é uma droga ilegal em Israel. A utilização terapêutica foi permitido a partir de 1993, de acordo com o Ministério da Saúde. Atualmente, a cannabis é usada em Israel para o tratamento de 9 mil pessoas que sofrem de doenças como câncer, Parkinson, esclerose múltipla, doença de Crohn e transtorno de estresse pós-traumático, de acordo com o governo.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

O uso da Maconha está ligado a evolução do Homem


Neste final de semana, a “Marcha da Maconha” tomou as ruas do Brasil com o tema ‘Basta de guerra - por outra política de drogas’.  A Marcha ocorreu em São Paulo, Curitiba, Manaus, Salvador, Aracaju, Recife e Natal, levando milhares de usuários e simpatizantes aos holofotes da mídia. Anteriormente, o evento já tinha acontecido em cidades como Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Niterói, Fortaleza, entre outras cidades.

Não que eles sejam a favor a liberação. Esse termo é errôneo, segundo especialistas. O correto seria debater a regulamentação, a legalização da erva, já que, com isso, o governo teria total controle e deixaria os traficantes à mercê dos viciados mais corajosos – aqueles que, ainda com a maconha legalizada, comprariam nas bocas-de-fumo, que seria uma pequena parcela, em consideração ao que se acontece hoje, quando o tráfico tem total domínio sobre a produção e distribuição da maconha.

O intuito dessas marchas e passeatas é o seguinte: a guerra contra o tráfico fracassou. Um exemplo disso é a ‘War on Drugs’ (em tradução livre, guerra contra as drogas) dos EUA, que desde 1971 declarou que nenhum ilícito poderia ser consumido naquele país.

Não deu certo, pois 40 anos mais tarde, os efeitos da violência são piores do que os da droga. Para muito teóricos é hora de paz, finalmente, já que nesse tempo todo, nunca se conseguiu diminuir a demanda e a oferta.

Caminhando junto

A História da Humanidade se confunde com o percurso das drogas ao longo dos séculos.
Desde que o homem se entende por gente, tenta de alguma forma ‘fugir’ da realidade, seja consumindo álcool ou alguma outra substância psicotrópica.

Guerras foram deflagradas por reis bêbados e muros derrubados com o ácido no sangue, o tão popular LCD no final dos anos 1960.

Mas o que propõe o documentário ‘estrelando’ o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o aclamado 
“Quebrando o Tabu”, lançado no ano passado, não é precisamente que todos tenham o direito a consumir drogas.

O que aborda o longa-metragem é justamente a guerra falida contra o tráfico. Foi feito de tudo um pouco – repressão e policiamento ostensivo, apreendendo inclusive apenas consumidores de entorpecentes – e nada tem realmente surtido efeito.

E por trás do narcotráfico, o que existe? Necessariamente, o crime organizado e a corrupção.
Um exemplo disso foi a Lei Seca dos EUA, nos anos 1920, com o gangster Al Capone comandando mais e mais casas de jogos de azar, prostíbulos e a venda proibida de álcool. Nenhuma medida de fato funcionou e o tráfico só acendeu a discussão de que quando o consumidor quer, ele tem – legal ou ilegalmente.

Fernando Henrique Cardoso, que também é sociólogo e está à beira de seus 81 anos, afirma que agora é necessária a regulamentação da maconha, que tem, segundo estudos médicos, menos risco de vício, sendo também menos prejudicial que o álcool para o corpo.

“Há um mito de que quem fuma maconha vai passar para drogas mais pesadas. Isso acontece porque o usuário vai até a boca-de-fumo e o mesmo traficante que vende a erva é aquele que oferece a cocaína e o crack, por exemplo. A maconha deveria ser regulada, como o álcool e o cigarro”, diz o ex-presidente, o qual afirmou que nunca pôs uma seda na boca.

Benefícios

A cannabis sativa, nome científico da erva que é consumida desde o século III a.C., tem seus benefícios. Conforme estudos – ela inclusive é usada para fins medicinais –, a maconha ajuda quem tem esclerose mútipla, câimbra, espasmos dolorosos e tiques nervosos.

E ainda aumenta o apetite e o bem-estar de quem tem qualquer tipo de câncer. Em 16 estados dos EUA, o uso medicinal dessa “droga” já foi legalizada.
Pacientes

O intuito-mor da regulamentação da maconha é tratar quem é consumidor como paciente e não como um criminoso. Isso já pode ser constatado em pelo menos 14 países da Europa – por lá, Portugal, Espanha e República Tcheca, por exemplo, já descriminalizaram a posse da maconha para uso pessoal.
Por aqui, passos importantes foram dados, bem como no caso da Argentina e do México.
Cerca de 50% de jovens universitários já consumiram drogas

Uma pesquisa feita em 2010 apontou que quase a metade dos universitários do Brasil já teve acesso a drogas. Os dados de que 48,7% deles já usaram algum ilícito são do 1º Levantamento Nacional sobre o 

Uso de Álcool, Tabaco e Outras Drogas entre Universitários das 27 Capitais Brasileiras, divulgados pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), em parceria com a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

Segundo o estudo, quando entram na universidade, os jovens estão mais vulneráveis e suscetíveis a 'novas experiências'. A pressão grupo ou mesmo a autonomia conquistada pelos jovens abre brechas e os deixam mais suscetíveis ao uso da droga.

O levantamento, feito com mais de 18 mil universitários de mais de 100 instituições de ensino, ainda revelou que o consumo de álcool e drogas é mais frequente nos universitários do que na população em geral – entre as drogas mais 'provadas' por eles estão a maconha, a cocaína, as anfetaminas, os opiáceos e o êxtase.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Pesquisa afirma que o ar de algumas regiões da Itália são repletos de substâncias como Maconha e cocaína


Um grupo de cientistas do Centro de Estudo da Poluição Atmosférica, de Roma, chegou a uma conclusão sensacional – o ar das grandes cidades italianas contém não somente gás carbônico e partículas sólidas mas também vestígios de substâncias narcóticas – cocaína e maconha. A correspondente da Voz da Rússia Marina Tantuchian pediu ao professor Ângelo Cecinato, dirigente do grupo de pesquisadores, que revele os pormenores do estudo.

Professor Cencinato, por que razão resolveu levar a cabo uma pesquisa tão fora do comum?

Não tinha em vista a busca especial de drogas na atmosfera. Mas, ao estudar a poluição do meio ambiente em diversas cidades, em particular, em Roma, descobri pela primeira vez no ar vestígios de cocaína. A curiosidade fez que aprofundasse neste problema mediante a ampliação da geografia e desenvolvimento de instrumentos analíticos a fim de continuar a revelar na atmosfera de diversos países do mundo não somente vestígios de cocaína, mas também de cannabinoides, de nicotina e de cafeína.

A nossa análise foi efetuada em condições normais de laboratório. A primeira fase incluía a recolha de partículas de poeira atmosférica, a segunda, a realização da análise química com ajuda de um conjunto simples de tecnologias e instrumentos que se utilizam praticamente em todos os laboratórios do mundo especializados em semelhantes pesquisas na esfera de poluição do meio ambiente.

Quais os fatores que determinam a concentração de substâncias narcóticas na atmosfera?

Estou certo de que o fator principal e determinante é o consumo de drogas, - tanto as proibidas como as legais. A resposta é uma só – o volume de drogas no ar que nós respiramos depende diretamente do consumo destas substâncias e da densidade da população que vive num certo território. Na Itália temos feito as análises em diversas cidades. Constatamos que a concentração mais alta de substâncias narcóticas se verifica nas regiões que têm fama de maiores consumidores de drogas. Quanto à Itália, o norte mais abastado lidera neste plano. No entanto, a concentração de drogas é muito alta também em Roma e em Nápoles. Quanto a outros países do mundo, posso afirmar a partir da base de dados à minha disposição, - embora não tivesse estudado todos os países do mundo, - que a América Latina, por exemplo, ultrapassa a Itália quanto ao teor destas substâncias na atmosfera. Na Espanha a situação é análoga à nossa.

Que influência exerce a existência destas substâncias no ar sobre a saúde humana?

Não fiz pesquisas especiais neste setor. Normalmente, a concentração destas substâncias não é bastante grande a ponto de causar lesões sensíveis mas seria também incorreto negar a existência de um efeito negativo. Por exemplo, até hoje ninguém estudou a concentração de nicotina no ar, embora o seu teor exerça, certamente, um certo efeito tóxico. Além do aspeto sanitário do problema, creio que o maior benefício que o nosso trabalho pode produzir é revelar as regiões com mais alto nível de abuso de drogas.

O professor Cecinato ressaltou à parte a disposição de colaborar com colegas dos outros países, incluindo a Rússia. Espera que a sua ajuda lhe permita estudar a situação também na Ásia e na América Latina, que estão, por enquanto, fora da esfera das suas pesquisas.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Ator ganha advertência ao desembarcar com maconha nos EUA


O ator James Belushi, de Cougars, Inc, teve problemas ao desembarcar na ilha de Martha Vineyard, na costa de Massachusetts, na sexta-feira (06), com maconha. Os funcionários do Transportation Security Administration (TSA) encontraram a droga com ele.

De acordo com o site TMZ, James tentou usar seu cartão de maconha medicinal da Califórnia para validar o porte da droga, mas ele foi inútil no estado.

A polícia local de West Tisbury foi notificada, mas decidiu não tomar medidas já que a quantidade encontrada era muito pequena e a posse de maconha foi descriminalizada no estado de Massachusetts. O cigarro foi apenas confiscado pelas autoridades e James recebeu uma advertência.

O astro de 57 anos não é o único famoso que faz uso da erva. Brad Pitt admitiu recentemente que parou de fumar maconha na década de 90, quando ela começou a afetar sua carreira.

"Eu fumei muita erva, era profissional. No fim, eu não estava participando da vida... Eu estava fumando sozinho dentro de um donut, como um molusco. Eu fiquei revoltado com isso", disse ele.

Outros fumantes de maconha famosos incluem o rapper Snoop Dogg e músico de country Willie Nelson, que recentemente colaborou com a faixa Roll Me Up and Smoke Me When I Die, que se refere à droga.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Criminalizar usuário de Maconha é um verdadeiro fracasso


Criminalizar os usuários de maconha é um verdadeiro fracasso,  pois  força o mesmo a ter que recorrer ao mercado negro e ao mesmo tempo o afasta de qualquer tipo de programa social de redução de danos. Isto, porque o fato de ser proibido acaba gerando uma grande descriminação. Para grande parte dos médicos do Canadá, a Maconha deve ser legalizada de vez.

“Olhando para as drogas ilícitas apenas como uma base de abordagem da justiça criminal é um completo fracasso, disse o Dr. Robert Strang, diretor de Nova Scotia de saúde médico-chefe, co-autor do documento.

"Durante a última década, Portugal tem descriminalizou o uso de drogas e obteve algumas das mais baixas taxas de uso de drogas na Europa, sendo que conseguiram estabelecer alguns dos menores valores de danos sobre o aspecto de abuso de entorpecente", disse Strang.
Em contraste, o uso de drogas não diminuiu desde a criação do conceito de "guerra contra as drogas”, gastando-se mais de um trilhão de dólares em repreensão e armamentos de combate para esta guerra sem sentido.

Com as políticas de drogas duras, apenas levado para o lado da execução penal, faz com que o crime organizado ganhe cada vez mais dinheiro, fazendo com que consequentemente  cresça os problemas de violência e de enfrentamento entre gangues que disputam o controle do tráfico de drogas em uma determinada região.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Guloseimas contendo maconha preocupa polícia no Halloween

Halloween é uma festa típica americana e conhecida mundialmente. Crianças saem pela vizinhança pedindo doces, com a famosa pergunta: “doce ou travessura”. No entanto, o que parece ser apenas uma brincadeira vem chamando a atenção da polícia dos Estados Unidos, justamente pela distribuição de guloseimas, que podem ter maconha misturado, em estados onde são legalizados a Maconha Medicinal.

Xerife e funcionários de narcóticos apresentaram uma variedade de doces, refrigerantes, chocolates e outras guloseimas que contenham quantidades concentradas da maconha, e que foram recentemente apreendidos em dispensários de maconha .

Os pais devem ficar atento, uma vez que por exemplo, uma caixa de chocolate de maconha sem a tampa não teria como perceber que os chocolates são para pessoas em tratamento medicinal da maconha.

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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Colorado libera 11 licenças para funcionamento de Dispensários de Maconha

Ao contrário da guerra instaurada por Barack Obama contra os dispensários de Maconha nos Eua, o estado do Colorado começou a distribuir licenças de funcionamento para os dispensários de Maconha Medicinal, além de notificar outros sete estabelecimento que eles possivelmente também iriam receber suas licenças exigentes para este tipo de comércio.

O Estado ainda tem enviado cartas aos governos locais, para que 467 dispensários de Maconha sejam regularizados e possam exercer a sua atividade.

"Agora nós não estamos de pé sozinho contra os federais. Temos a cidade e o estado de pé com a gente." Disse um dono de um dispensário.

Os defensores da Maconha medicinal alegam que as leis do Colorado para empresas cannabis são as mais abrangente no país em todas as etapas , fazendo uma certa blindagem dos negócios à invasão dos federais.


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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Confira receitas canábicas de primeira qualidade!

Biscoito

Ingredientes:

¾ de uma xícara de manteiga ( não é a de maconha )

¾ de uma xícara de leite

20 gramas de maconha

1 ovo

¾ de uma xícara de açúcar

1 colher de chá de extrato de laranja

¾ de uma colher de chá de nóz moscada

1 colher de chá de fermento

2 xícaras de farinha de trigo

Modo de Preparo:

Bata na batedeira por 5 minutos a manteiga, o leite, a maconha ( bem esmurrugada ) e o ovo. Acrescente o açúcar, o extrato de laranja e a nóz moscada. Depois misture peneirando o fermento e a farinha de trigo. Bata tudo até obter uma massa, leve ao forno e espere ficar no ponto para comer.

Bolo de Cenoura

Ingredientes:

3 colheres de sopa de chocolate em pó

3 cenouras médias raladas

1 xícara de chá de manteiga de maconha

4 ovos

4 colheres de sopa de Maizena

2 xícaras de chá de farinha de trigo

2 xícaras de chá de açúcar

3 colheres de chá de fermento em pó

Modo de Preparo:

Bata bem as gemas com a manteiga e o açúcar, acrescente as cenouras raladas, o chocolate, a farinha, a maisena, o fermente e por último as claras em neve. Coloque numa forma untada e leve ao forno por 40 minutos.

( Fica bom se pega o brigadeiro de maconha e fazer como cobertura... mas fica insano)

Snack de Maconha

Pegue um biscoito salgado

Cubra com um pedaço de queijo ou manteiga

Coloque por cima um "camarãozinho" de maconha

Leve para esquentar, assim o queijo ou a manteiga derrete e o THC se ativa

Agora é só saborear e aguardar a surpresa



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domingo, 23 de outubro de 2011

Não é hora da esquerda brasileira abandonar a crítica da “guerra às drogas”?


(POR IDELBER AVELAR)

Poucos fenômenos sociais contemporâneos são tão óbvios, tão gritantes, tão patentemente escancarados como o fracasso da “guerra às drogas”, capitaneada pelos EUA nas últimas quatro décadas e replicada na América Latina com resultados desastrosos. Tomem-se quaisquer números: os trilhões de dólares gastos, os milhões de cidadãos não-violentos encarcerados—a grande maioria, claro, negros e pobres–, os milhares e milhares de mortos em violência evitável, o aumento constante da oferta e a completa ausência de qualquer redução no número de viciados ou mesmo de usuários casuais. Até quando esses números terão que esbravejar em nossas fuças antes que o poder público consiga estabelecer uma conversa minimamente racional sobre políticas alternativas para a bagaça?

Nos EUA, que são, como sabemos, a matriz dessa fracassada política, os números carcerários são assustadores: um em cada três adultos negros do sexo masculino está ou esteve preso ou em liberdade condicional, a grande maioria por crimes não violentos associados ao consumo de drogas. A cada 19 segundos alguém é preso nos EUA por causa de alguma droga. Só no ano de 2009, a criminalização das drogas foi responsável pelo encarceramento de 1.663.582 pessoas nos EUA, e o número para 2011 já está em 1.312.627. Mais de 600.000 foram presas por porte de uma droga relativamente inofensiva como a maconha. O Brasil começa a se aproximar dessa insanidade: nossa população carcerária triplicou entre 1995 e 2010, e ela seria hoje uma cidade maior que várias capitais, como Aracaju ou Cuiabá. Lançamos às nossas superlotadas e imundas prisões jovens não violentos, de 20 anos de idade, que nunca fizeram mal a ninguém e foram pegos com pequenas quantidades de cocaína ou crack. Alguém em sã consciência acredita que eles saem de lá em melhores condições de viverem e serem felizes do que as que tinham quando entraram?

O momento no Brasil é delicado, porque é inegável o retrocesso que teve lugar este ano, já sinalizado aos 21 dias de governo, com a demissão do Secretário Nacional de Política sobre Drogas, Pedro Abramovay, que simplesmente defendeu, numa entrevista a O Globo, a mais sensata das propostas: a possibilidade de penas alternativas a pequenos traficantes não violentos, conjugadas com outras políticas de prevenção e tratamento para viciados. Basta ler a entrevista para ver que Abramovay não defendeu nada que se assemelhasse a um “liberou geral”. O então Secretário, inclusive, enfatizou que, entre os extremos da “guerra contra as drogas” e a legalização, há um amplo leque de opções. Não foi cowboy o suficiente para o Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo que, com o apoio da Presidenta Dilma Rousseff, decepou-o antes que ele completasse um mês no novo governo. Dali em diante, o Brasil só reforçou seu descompasso com outros países, como Portugal e Argentina, que têm experimentado políticas mais inclusivas e inteligentes, menos histéricas, proibicionistas e militarizadas para o problema. Já em janeiro deste ano, meu amigo Carlos Magalhães, que entende do assunto, cantou a pedra do retrocesso.

A situação piora ainda mais com a reação infantil de certos setores da base governista – recuso-me a chamá-los de “esquerda” – à entrada do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso na campanha pela descriminalização. Não sei se FHC abraçou a bandeira por oportunismo, por estar buscando algo que lhe permita recuperar protagonismo, por ter genuinamente começado a se preocupar com a causa ou para imitar a tradição estadunidense de ex-presidentes liderarem campanhas supra-partidárias difíceis, impopulares, que só eles teriam condições de puxar. O fato é que eu, que defendo a descriminalização desde sempre, não vou abandoná-la porque ganhei um novo aliado de outro partido. A bizarra inversão de valores nos leva a ler coisas como Dilma ataca o crack; Descriminalização é coisa de tucano, como se os tucanos tivessem descriminalizado alguma droga, como se a Cracolândia fosse em Conceição do Mato Dentro, e como se não tivesse sido a esquerda a grande defensora desta bandeira ao longo dos anos. Até mesmo um hilário link de título “Governo da Holanda confirma: maconha faz mal a saúde” andou circulando por comarcas ditas progressistas, como se alguma vez algum defensor sério da descriminalização tivesse negado que as drogas fazem mal à saúde. Fazem, sim. A questão é como lidar com elas, posto que sempre existiram e não deixarão de existir e de ser usadas, não importa quantas vidas o proibicionismo destrua nesta insana campanha.

É fato que a descriminalização completa de tudo não é uma possibilidade num contexto em que outros países continuam proibindo. Mas há alternativas de descriminalização parcial, acompanhadas de políticas educacionais e preventivas, que salvariam muitas vidas ceifadas pelas guerras de gangues, pela violência policial e pelo horror carcerário. A experiênciaportuguesa é muito boa. Se FHC abraçou uma causa que sempre foi nossa – quando digo “nossa” em política, quero dizer dizer esquerda –, pombas, que ele seja bem-vindo. Saltar para o vagão proibicionista por causa disso, ou omitir-se por conveniência, não é somente infantil. É uma traição aos nossos irmãos e irmãs mais pobres, que são os que pagam o preço do fracasso dessa política. Dilma não parece muito receptiva, mas nós temos aliados no governo. Não tornemos sua tarefa impossível.

LINK ORIGINAL DO TEXTO

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sábado, 22 de outubro de 2011

Confira as propriedades medicinais dos canabinóides

É inegável as propriedades medicinais da Maconha. Contudo, ainda existe muita dúvida sobre em que situação se pode fazer uma terapia com Maconha.

Náuseas e vômitos Tratamento dos efeitos secundários associados à terapia antineoplásica é onde o uso dos canabinóides tem sido mais documentado, com cerca de 40 estudos (THC, nabilona, análogos de THC, a cannabis). A maioria dos ensaios foram realizados na década de 1980. A dosagem do THC tem que ser relativamente alta, de modo que os efeitos secundários resultantes podem ocorrer comparativamente com frequência. O THC foi inferior à alta dose de metoclopramida num estudo. Não há comparações de THC para os antagonistas modernos da serotonina . Algumas investigações recentes têm demonstrado que o THC em baixas doses aumenta a eficácia de outros fármacos antieméticos se dado em conjunto. Na medicina popular os Canabinóides são populares e usados frequentemente em outras causas de náuseas, incluindo Aids e hepatite.

Anorexia e Caquexia Um efeito de aumento de apetite é observada com doses diárias divididas, num total de 5 mg. Quando necessário, a dose diária pode ser aumentada para 20 mg. Num estudo de longo prazo de 94 pacientes com Sida, o efeito estimulante de apetite do THC continuou durante mêses, confirmando o aumento do apetite observado em um estudo mais curto de 6 semanas. O THC dobrou o apetite numa escala analógica visual, em comparação ao placebo. Os pacientes tendem a manter um peso corporal estável ao longo de sete meses. Uma influência positiva sobre o peso corporal foi também relatada em 15 pacientes com doença de Alzheimer, que anteriormente recusavam alimentos.

Espasticidade Em muitos ensaios clínicos de THC, nabilone e cannabis, um efeito benéfico sobre a espasticidade causada por esclerose múltipla ou lesões da medula espinhal foram observados. Entre outros sintomas influenciados positivamente sublinha-se: dor, parestesia, tremor e ataxia. Em alguns estudos foi observado o melhoramento do controle da bexiga . Há também algumas evidências do benefício da cannabis na espasticidade devido a lesões do cérebro.

Desordem de Movimentos Existem alguns relatos positivos anedótica da resposta terapêutica de cannabis na síndrome de Tourette, distonia e discinesia tardia. O uso da síndrome de Tourette é actualmente a ser investigada em estudos clínicos. Muitos pacientes alcançar uma melhoria modesta, porém mostram alguns uma resposta importante, ou mesmo o controle dos sintomas completa. Em alguns doentes com EM, ataxia e benefícios na redução do tremor foram observados após a administração de THC. Não obstante os relatos positivos, sem sucesso objectivo foi encontrado no parkinsonismo ou a doença de Huntington. No entanto, produtos de cannabis pode ser útil na discinesia induzida pela levodopa na doença de Parkinson, sem piorar os sintomas primários.

Dôr Grandes estudos clínicos têm demonstrado propriedades analgésicas nos produtos de cannabis. Entre as possíveis indicações são dor neuropática devido à esclerose múltipla, lesão do plexo braquial e a infecção pelo HIV, dor na artrite reumatóide, dor oncológica, dor de cabeça, dores menstruais, inflamação intestinal crónica e neuralgias. A Combinação com opióides é possível.

Glaucoma Em 1971, durante uma investigação sistemática dos seus efeitos em usuários saudáveis de cannabis, observou-se que a cannabis reduz a pressão intra-ocular. Nos 12 anos seguintes foram conduzidos uma série de estudos em indivíduos saudáveis e pacientes com glaucoma usando cannabis e diversos canabinóides naturais e sintéticos. A cannabis diminui a pressão intra-ocular em média 25-30%, ocasionalmente até 50%. Alguns canabinóides não-psicotrópicos e, em menor grau, alguns componentes não canabinóides da planta do cânhamo também diminuem a pressão intra-ocular.

Epilepsia O uso na epilepsia é uma das prescrições historicamente mais antigas da cannabis. Experiências em animais fornecem evidências sobre os efeitos anti-epilépticos de alguns canabinóides. A actividade anti-convulsante da fenitoína e diazepam foram potencializadas pelo THC. De acordo com alguns relatórios de casos do século 20, alguns pacientes com epilepsia continuam a utilizar cannabis para controlar uma desordem de apreensão de outra forma incontrolável. O consumo de cannabis pode ocasionalmente precipitar convulsões.

Asma Experimentos para verificar o efeito anti-asmáticos de THC ou Cannabis data principalmente da década de 1970, e estão todos em fase aguda. Os efeitos da cannabis cigarro (2% de THC) ou THC oral (15 mg), respectivamente, aproximadamente correspondem aos obtidos com doses terapêuticas de drogas comum broncodilatador (salbutamol e isoprenalina). Desde que a inalação de produtos de cannabis pode irritar as mucosas, a administração oral ou outro sistema de entrega alternativa seria preferível. Muito poucos pacientes desenvolveram broncocontrição após a inalação de THC.

Dependência e Retirada De acordo com relatos históricos e modernos a cannabis é um bom remédio para facilitar a retirada na dependência de benzodiazepinas, opiáceos e álcool. Por esta razão, alguns se referiram a ela como uma droga da passagem de volta. Neste contexto, tanto a redução dos sintomas de privação física e stress relacionados com a interrupção no abuso de drogas pode ter um papel nos benefícios observados.

Sintomas psiquiátricos Uma melhora do humor na depressão reactiva foi observada em vários estudos clínicos realizados com THC. Há relatos de casos suplementares reivindicando benefícios dos canabinóides em outros sintomas psiquiátricos e de doenças, como distúrbios do sono, transtornos de ansiedade, transtorno bipolar e distimia. Vários autores expressaram pontos de vista diferentes sobre síndromes psiquiátricas e cannabis. Enquanto alguns enfatizam os problemas causados pela cannabis, outros promovem as possibilidades terapêuticas. É muito provável os produtos de cannabis serem benéficos ou prejudiciais, dependendo do caso em concreto. O médico e o paciente devem estar abertos a um exame crítico do assunto, e uma franqueza de ambas as possibilidades.

Doenças Auto-Imunes e Inflamação Em um número de síndromes dolorosas secundários a processos inflamatórios (por exemplo, colite ulcerativa, artrite), produtos de cannabis podem actuar não apenas como analgésicos, mas também demonstrar o potencial anti-inflamatório. Por exemplo, alguns pacientes usando cannabis relatam uma diminuição na sua necessidade de anti-inflamatórios esteróides e não-esteróides . Além disso, existem alguns relatos de efeitos positivos da auto-medicação em condições alérgicas. É ainda incerto se os produtos de cannabis pode ter efeitos relevantes sobre os processos causadores de doenças auto-imunes.

Diversos, Síndromas Mistos Há um número positivo de relatos de pacientes em condições médicas que não podem ser facilmente atribuídos às categorias acima, tais como prurido, soluço, ADS (síndrome de défice de atenção), pressão arterial elevada, zumbido, síndrome da fadiga crónica, síndrome de pernas inquietas, e outros . Várias centenas de indicações terapêuticas da cannabis e THC têm sido descritos por diferentes autores. Por exemplo, 2,5 a 5 mg de THC foram eficientes em três pacientes com prurido devido a doenças do fígado. Outro exemplo é o tratamento bem sucedido de um soluço crónico que se desenvolveu após uma cirurgia. Nenhuma medicação foi eficaz, mas o fumo de um cigarro de cannabis aboliu completamente os sintomas. Produtos de cannabis mostram muitas vezes muito bons efeitos em doenças com múltiplos sintomas que englobava dentro do espectro de efeitos THC, por exemplo, em condições dolorosas que têm uma origem inflamatória (por exemplo, a artrite), ou são acompanhadas por aumento do tônus muscular (por exemplo, cólicas menstruais , lesão da medula espinhal), ou em doenças com náuseas e anorexia acompanhada de dor, ansiedade e depressão, a Sida, cancro, hepatite C.

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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Dispensário de Maconha no Canadá funcionava sem licença

A polêmica sobre dispensários de Maconha Medicinal chegou agora no Canadá. Está certo que o país tem uma política até certo ponto tolerante com a Maconha, no entanto, as leis da provincia de Ontario há 4 anos não permite o funcionamento deste tipo de farmácia. Contudo, eis que um cidadão resolveu abrir justamente um dispensário de Maconha bem na 856 S Mountain Ave, bem escancarada.

Depois de duas semanas de funcionamento, o dispensário começou chamar a atenção e logo teve que fechar as portas, a pedido dos responsáveis pela a aplicação da lei.Ele estava funcionando sem licença.

“ Em 30 de setembro, os proprietários da farmácia Ontario entraram com uma ação judicial depois da cidade ter negado seu pedido de licença do negócio. No processo consta que a lei municipal está em violação da lei estadual e não defender a Constituição no que diz respeito ao devido processo legal, esclareceu Hughes, que está a frente do fechamento do dispensário.

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terça-feira, 18 de outubro de 2011

50% dos americanos se dizem à favor da legalização da Maconha

A legalização da Maconha é um tema que sempre despertou muita curiosidade de muita gente. Sempre muito polêmico, o tema vira e mexe tem altos e baixos, mas nunca sai de moda. Atualmente, o governo do presidente Barack Obama, vem concentrando forças para fechar os dispensários medicinais, contudo como se diz no velho e bom ditado popular “ a voz do povo é a voz de Deus”. Em uma sondagem feita pelo instituto Gallup, 50 % dos americanos acreditam que a Maconha deve sim ser legalizada, enquanto 46 % se dizem contrários á ideia; os outros 4% não souberam responder a pergunta.

Sem dúvida alguma, os números atuais mostram um grande avanço na forma de pensar em relação às drogas. Quando o instituto Gallup questionou os cidadãos sobre a legalização da Maconha pela primeira vez, ainda em 1969, apenas 12% dos americanos eram favoráveis à legalização da Maconha, enquanto a maioria esmagadora, 84% de americanos se opuseram à ideia.

De acordo com o instituto de abuso de Drogas, a maconha é a droga ilícita que os jovens mais abusam nos Estados Unidos. A Pesquisa Nacional sobre Uso de Drogas e Saúde em 2009 revelou que 16,7 milhões de americanos com 12 anos ou mais velhos usaram maconha pelo menos uma vez no mês antes de serem pesquisados, que significa um aumento da taxa de abuso de drogas registradas nos outros anos.

O grupo de defesa Organização Nacional pela Reforma das Leis da Maconha afirma que a maconha é a terceira droga mais popular de lazer na América, atrás apenas de álcool e o tabaco. Alguns estados têm descriminalizado o uso da maconha, alguns tornaram- a legal para o uso medicinal, e alguns médicos, incluindo o ex-Cirurgião Geral dos EUA Joycelyn Elders, pediram a legalização do seu uso.

Uma pesquisa da Gallup no ano passado constatou que 70% eram a favor da legalização da Maconha, tornando-a legal para os médicos a receitarem a fim de reduzir a dor e sofrimento. Os americanos têm sido consistentemente mais propensos a favor do uso da maconha para fins medicinais do que a favor da sua legalização em geral.

A maioria dos jovens americanos são a favor da legalização da Maconha

Apoio para a legalização da maconha é direta e inversamente proporcional à idade, variando de 62% de aprovação entre os 18-29 até 31% entre aqueles de 65 anos e mais velhos. Os Liberais são duas vezes tão provável quanto os conservadores a favor de legalizar a maconha. Enquanto os democratas e os independentes são mais propensos a ser a favor do que os republicanos.

Foi constatado também que mais homens que mulheres apoiam a legalização do cânhamo. Os do Oeste e Centro-Oeste são mais propensos a serem favoráveis à legalização do que os do sul.

domingo, 16 de outubro de 2011

Narcoturismo emprega jovens brasileiros de classe média

O crescente Narcoturismo de jovens brasileiros vem preocupando as entidades europeias. De acordo com a Frontex ( Polícia de fronteira da União Europeia) é crescente o recrutamento de jovens para passarem férias na Europa e com apenas o objetivo de trazer para o Brasil pílulas de LSD e Ecstasy.

Até hoje, a tendência era justamente o contrário: jovens brasileiros sendo usados como mulas para transportar drogas entre o Brasil e o mercado europeu. Segundo a Frontex, esse fenômeno continua e o Brasil de fato é um dos principais pontos de partida da cocaína.

Mas com o mercado brasileiro em expansão e a maior renda da população, o Brasil se transformou em um dos principais destinos das drogas sintéticas.

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil vai na contramão da tendência da maioria dos países ricos, nos quais o consumo de drogas dá sinal de estar em queda.

Segundo a entidade, jovens de classe média no Brasil são contatados por traficantes de drogas que oferecem viagens à Europa, com tudo pago. Passam férias e de fato fazem o percurso tradicional do turismo.

“Como pagamento, os jo­­vens levam as drogas – em grande parte ecstasy e LSD – de volta ao Brasil, onde então serão compensados com um pagamento que varia entre 8,5 mil e 13 mil euros (aproximadamente R$ 20,4 mil e R$ 31,2 mil)”, revelou a Frontex em seu novo relatório sobre a situação das fronteiras.

Segundo o mapeamento, os principais destinos desses brasileiros são a Bélgica e a Holan­da, os maiores produtores de drogas sintéticas da Europa. Mas é principalmente a partir de Lisboa que as novas mulas embarcam para o Brasil.

Citando informações da Polícia Federal brasileira, a União Europeia alerta que apenas no primeiro semestre de 2011 mais de 171 mil pílulas de ecstasy foram apreendidas nos aeroportos do Brasil, além de 44 mil comprimidos de LSD. Mais da metade foi confiscada no Aeroporto de Confins, em Belo Horizonte.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

EUA aprova projeto de lei polêmico, ferindo a liberdade de seus cidadãos

Os Estados Unidos é um país que tem grande rejeição mundial, muitas das vezes causada por esta intromissão constante em assuntos alheios. Acostumado com o tipo Cri Cri que os americanos tem, eu estou, só não estava preparado para este novo projeto de lei, aprovado na semana passada, que torna crime federal pessoas residentes nos EUA planejar atividades em solo estrangeiro, cujo fossem realizado no território norte-americano, violaria a lei de substâncias controladas, mesmo que neste solo estrangeiro seja permitido o uso de alguma substância, que em contrapartida é proibida nos EUA.

Este tipo de atitude do governo americano chaga a beirar a loucura. Na ótica deles, se um casal por exemplo, marcar seu casamento em Amsterdam e parte da festa for investida em produtos de Maconha ou a própria erva fumada, este casal estaria sujeito a serem processados pelo estado norte-americano.

O mais contraditório em toda esta situação é que a compra de Maconha e o ato de fumar a maconha enquanto você estiver lá, não seria ilegal, porém o simples fato de você planejar seu casamento na Holanda, servindo seus convidados com um pouco de Maconha, seria considerado um crime federal.

A lei também poderia afetar potencialmente acadêmicos e profissionais da área médica. Por exemplo, um médico dos EUA que trabalha com os médicos estrangeiros ou funcionários do governo em programas de troca de experiência poderia estar sujeito a processo criminal.

Um morador dos EUA por exemplo,que informa alguém de outro país sobre como cultivar maconha ou como criar um dispensário de maconha medicinal também seria uma violação da nova lei, mesmo que a maconha medicinal seja legal no país onde o destinatário do conselho reside.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Confira aqui qual a lâmpada e potência ideal para você utilizar no seu Grow

Muito growers iniciantes tem muitas dificuldades em saber qual os tipos de lâmpada e potência ideal para se utilizar no cultivo indoor. Foi pensando nisso, que resolvi fazer este post aqui no Marijuana Brasil.

Primeiramente, você deve ter na cabeça, que o cultivo indoor é uma simulação do ambiente externo, a fim de proporcionar um ambiente propicio para o crescimento da Cannabis. Justamente por isso, é de grande importância que tudo dentre da sua estufa funcione perfeitamente, para que tudo aconteça dentro de uma rotina já traçada. O cultivo indoor de Cannabis exige uma rotina diária, como o mínimo ou nenhuma modificação.

De posse da informação em que estamos simulando o ambiente natural, é bom que você também tome nota, que por mais que você consiga investir nos melhores equipamentos de cultivo indoor, seria muita pretensão que você também conseguisse simular perfeitamente toda a riqueza de cores que o sol emite.

Após se certificar que está tudo nos conformes, faltando apenas as lâmpadas para o seu grow funcionar, saiba que os fabricantes de lâmpadas se utilizam da medida Kelvin para se referir ao comprimento de ondas emitido pelo seus produtos. Normalmente, os fabricantes trabalham com a emissão de luminosidade entre 3.000 k a 6.000k . Certifique-se também, que você possui um bom sistema de exaustão, pois serão fundamentais para controlar a temperatura do grow.

Se até aqui está tudo certo, chegou a hora de você conferir a distância ideal para deixar as lâmpadas das suas meninas, evitando assim qualquer queimadura que possa comprometer o desenvolvimento da Cannabis. Lembrando que as lâmpadas não conseguem simular perfeitamente o sol, é de extrema importância que você consiga deixar suas lâmpadas a 30 cm da planta, como explica José Cervantes. Segundo o Papa da Maconha, partes da planta que estão a 60 cm da fonte de luz, tendem a receber apenas ¼ das ondas emitidas das lâmpadas que estão a 30 cm da mesma planta.

Para o período vegetativo e de floração, é de suma importância que se leve em consideração o tamanho do seu grow e o espaço que você tem para o cultivo. Normalmente, 120 w de potência por metro quadrado já soluciona o seu problema.

Para o período vegetativo, você pode economizar na conta de energia, se utilizando de lâmpadas fluorescentes, que diminuem drasticamente o consumo e consegue reproduzir um bom crescimento das plantas. Se você não está tão preocupado com a sua conta de energia, você tem a opção de cultivar a Cannabis sob lâmpadas de vapor metálico, que são mais fortes e tem uma maior penetração na planta.

Para o período de floração, você deve sim investir um pouco mais de dinheiro e conseguir uma lâmpada de vapor de sódio. A sua coloração laranja, reproduz muito bem a tonalidade do sol na época de floração da Cannabis,o que é um ponto muito positivo para esta lâmpada. Apesar de muitos acharem que não, as lâmpadas de ata pressão de vapor de sódio possue grande penetração na planta e também pode ser utilizado no período vegetativo, te proporcionando um maior conforto e comodidade, uma vez que você não vai precisar ficar trocando lâmpadas de 4 em 4 meses.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

A regulamentação da Maconha está mesmo próxima?

Diante da modernidade, os costumes, modo de pensar, agir sempre estão em profunda mudança. O que era proibido ontem, pode não ser hoje; o que era certo, pode já mais não ser amanhã. É com este paradigma, que nós que defendemos a regulamentação da Maconha vamos ganhando espaço cada dia mais. Com argumentos científicos, paciência e sem violência, aos poucos vamos conseguindo mudar o pensamento dos mais conservadores.

Contudo, apesar de já termos conseguido conquistar várias vitórias nesta luta, é importante frisar que ainda precisa-se fazer muito. Apesar de toda a boa vontade da “galera” em organizar eventos, debates, marchas, precisamos ainda ter uma maior penetração dentro da política.

Digo isso, pois sabemos que para um projeto virar lei existe um trâmite muito grande, onde ele passa na mãos de várias comissões da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, até que se chegue ás mãos do presidente e ele possa ser sancionado ou não. Pior de tudo, é que até lá, nós ainda contamos com um fator que atrapalha e muito: em um Congresso Nacional, com quase 600 parlamentares, foi feita uma pesquisa sobre a descriminalização da Maconha – foi garantido o sigilo total- e apenas 67 dos Parlamentares se disseram à favor da causa.

Infelizmente, apesar de muitos discordarem comigo, eu contrario o pensamento dos meus amigos. Acredito sim, que estamos no caminho certo, porém ainda precisamos percorrer um longo e árduo caminho. Acho completamente utópico se pensar que no Brasil, já em 2012 ,teríamos um plebiscito sobre a regulamentação da Maconha ou qualquer outra coisa do gênero.

Apesar de termos muitas pesquisas ao nosso favor e a própria medicina mundial já ter confirmado os bens da Cannabis, temos que conseguir colocar isso principalmente na cabeça dos parlamentares denominados “da bancada evangélica”. Não se iludam, eles tem muito poder e influência e creio sinceramente que eles podem sim mudar o rumo de toda esta polêmica, a ponto de afirmar que eles serão a “chave” de uma possível regulamentação da Maconha no Brasil.

Para o nosso azar, o Brasil ainda é um país onde falta-se muita educação, e não é apenas nas classes pobres: basta ver a quantidade de parlamentar semi-analfabeto, eleito pelo povo. Os nossos políticos não pensam em que é melhor para o povo ou para uma maioria e sim eles pensam primeiramente na sua imagem e em sua possível reeleição. Prova cabal disto, é que você nunca vai ver nenhum candidato que realmente tenha chance de ganhar a eleição, falando sobre regulamentação da mesma em época de eleição!

domingo, 2 de outubro de 2011

Qual a probabilidade da Maconha causar dependência?

É comum escutar que a Maconha causa dependência, porém, de fato, quais são os verdadeiro risco de uma pessoa ficar dependente da Cannabis? Foi pensando nisso e pesquisando que achei algumas resposta para este post.

Como bem diz o Prof. Elisaldo Carlini, um dos maiores especialistas em psicotrópicos, a relação da dependência é muito variável. Existem relatos na medicina, de pessoas que são dependentes de cenouras. Parece esquisito, mas é verdade. E estas mesmas pessoas quando impedidas de comer cenoura, entram em um estado de crise de abstinência.Existem relatos também sobre dependência de pessoas que tomam placebo, ou seja, aquela substância inócua que não deveria causar alteração nenhuma no mecanismo do nosso corpo.

Diante desses fatos, o que podemos perceber é que em relação à Maconha, logicamente há registros de dependência da substância, contudo essa tal dependência não pode ser considerada frequente, justamente pelo elevado número de usuários de Maconha no mundo inteiro. Portanto, a taxa de dependência quase chega a ser desprezível.

Além disso, a Maconha também comparada a outras drogas, como heroína, cocaína, crack, é muito menos indutora de dependência química, justamente por não causar aquela compulsividade de utilizar a substância ao usuário!

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Você sabe o que acontece com seu corpo, quando você fuma Maconha?

O principal componente ativo da maconha, o THC, se liga a dois tipos principais de receptores: o CB1, mais proeminente no sistema nervoso central, e o CB2, mais encontrado no resto do organismo. Esses receptores são ativados por substâncias produzidas por diversos tipos celulares, incluindo os neurônios.

Essas substâncias são, por isso, chamadas de canabinoides endógenos, ou endocanabinoides. São como “maconhas” produzidas pelo nosso organismo. Os endocanabinoides são protagonistas numa complexa rede de mecanismos fisiológicos, metabólicos, sensoriais, comportamentais, cognitivos e emocionais, que agem de forma integrada para manter a homeostase (equilíbrio do ambiente interno do organismo) em situações de normalidade e em situações pós-estresse.

Basicamente, o sistema endocanabinoide, composto pelos endocanabinoides por si e seus receptores, funciona como orquestrador de alterações de ajuste a flutuações normais e, sobretudo, como coordenador de ajustes necessários ao retorno do organismo à normalidade após a adaptação aguda a algum tipo de estresse. Por isso, o THC da maconha gera simultaneamente e de forma mais intensa um conjunto grande de efeitos dos quais nosso próprio organismo lança mão normalmente para lidar com flutuações diárias e/ou situações adversas.

Assim, a maconha causa sensação de relaxamento psicológico, relaxamento muscular e maior capacidade de introspecção (aumenta o foco e a atenção em aspectos específicos e diminui a atenção em aspectos dispersos do ambiente). Aumenta a percepção, a sensibilidade e a apreciação lúdica, estética e hedônica de todos os sentidos (olfação, gustação, audição, tato, visão e propriocepção).

Diminui a sensação de dor, diminui a ansiedade. Aumenta a criatividade e dificulta o pensamento objetivo, que é substituído por uma capacidade atípica de integração de ideias, conceitos e emoções de forma mais flexível e subjetiva. Melhora a capacidade de gerar imagens mentais. Reduz transitoriamente a memória de curto prazo e, por isso, distorce a noção de tempo, aumenta o apetite, atrasa a sensação de saciedade e elimina náuseas.